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CIDADE: Acidentes na José Hipólito preocupam moradores

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Apesar das constantes colisões na rua, até com vítimas, providências ainda não foram tomadas, segundo moradores

As frequentes batidas de veículos na Rua José Hipólito vêm preocupando e mudando a rotina dos moradores do bairro Messejana. O problema que já não é recente, tendo até morte e repercussão na mídia, ainda não foi solucionado. Moradores e vítimas sugerem a sinalização mais efetiva para melhorar a situação.

A rua já teve uma mudança e uma sinalização de faixas colocadas, porém não houve melhora significativa. Um exemplo disso foi que houve outro acidente na última sexta-feira de abril. Segundo os moradores, este acidente não foi muito grave, apesar de não ser o que normalmente ocorre.

Moradores em volta num momento de menor trânsito na Rua José Hipólito (Foto: Horácio Neto)

Dentre os exemplos, o choque que envolveu Ítalo Ferreira, 22. Ao relatar como foi o acidente, ele contou que tentou fazer o retorno ilegal. Ao olhar para o lado, não avistou a moto que completava o movimento e o motoqueiro se chocou com a lateral do carro. Ítalo disse que a vítima está bem e não houve ferimentos graves ou sequela.

Questionado sobre de a responsabilidade da colisão, o jovem motorista não isenta sua culpa, mas ressalta que se houvesse uma sinalização mais viva, que deixasse o retorno mais evidente e o maior controle sobre os carros estacionados na rua, poderia ter evitado o pior. Ele afirma ainda que acidentes com motos e carros são os mais recorrentes.

Os moradores do bairro confirmam e têm a mesma opinião de Ítalo. Um deles, que pediu para não ser identificado, chegou a afirmar que já está acostumado e que tem na memória que ajudou a socorrer pelo menos quatro pessoas do início de 2016 até maio deste ano. Ele diz também que quase sofreu um acidente, mas, por sorte, conseguiu evitar a instantes.

Os moradores entrevistados disseram que pediram uma solução da Autarquia Municipal de Trânsito e Cidadania (AMC). Foram feitos contatos com o órgão via telefone. Apesar de um bom número de ligações, não houve quem atendesse. Até a publicação desta matéria não houve resposta sobre a solicitação de semáforo ou de qualquer outro tipo de sinalização.

 

Texto e fotos: Horácio Neto (4° semestre – Jornalismo)

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