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ILUSTRAÇÃO: Amante de desenhos, aluno da UNI7 revela paixão pelas artes

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Cursando o 1º semestre de jornalismo, Bernardo Barros vê a arte como algo que ultrapassa qualquer brincadeira, dando espaço para a imaginação e a expressão

Ao ver o pai redesenhar imagens, o menino decidiu imitar a brincadeira. Aos 5 anos de idade, começou a desenhar personagens de animações que assistia e dos livros de quadrinhos que lia. As tentativas em deixar as ilustrações idênticas às das imagens ainda eram atrapalhadas e sem jeito. O estímulo e o apoio para continuar tentando, porém, vinham dos pais. Hoje, aos 21 anos, Bernardo Barros é amante de desenhos e deixou que passassem a fazer parte da vida dele.

O incentivo dos pais fez efeito. Bernardo se autodenomina desenhista e cinéfilo. Para ele, o desenho é “uma forma de se desprender das amarguras da sociedade”, por causa das más notícias da mídia, “e desenhar é uma forma de sair dessa realidade.” Libertar, um modo de se expressar e um abrir de portas para novas ideias, é como ele mostra a imagem que tem de desenhar. Isso, porque a mente está produzindo ou reproduzindo algo, e vai trazendo novos olhares para o ilustrador.

Segundo Bernardo, a ideia de fazer jornalismo é contextualizar a realidade através da arte, como as charges

Lembra que, quando menino, desenhava o que via na televisão. Filmes da Disney, Pokémon e animes. Os pais procuraram cursos para matricular Bernardo e aperfeiçoá-lo. Lugares onde ele diz ter aprendido boas técnicas que usa até hoje em suas produções, como o sombreamento e o desenho de músculos. Antes da faculdade, ele usava seu tempo para desenhar quase três vezes ao dia. Agora, cursando o 1º semestre de Jornalismo no Centro Universitário 7 de Setembro (UNI7), tenta conciliar a nova rotina com as produções.

Quando a ideia vem, o desenhista e cinéfilo faz questão de começar a ligar as linhas e formas geométricas no papel, ou senão a escreve para fazer com mais serenidade depois. Embora não exibidos ainda para evitar plágios, ele se aventura a criar histórias em alguns dos desenhos que faz. Bernardo olha essa arte como um estímulo à imaginação de quem a cria e de quem a vê, causando reflexões diferentes de entender a mensagem do desenho e o contexto dele.

Para desenhar, ele observa as pessoas que estão mais próximas e personagens de filmes, como os povos Na’vi, do filme Avatar (2009) e Han Solo, um dos protagonistas da saga Star Wars, e as usa como modelos de inspiração. Mas, também se arrisca a criar seus próprios personagens fictícios, já publicados em sua conta do instagram. Suas criações são puxadas para o lado mais detalhista possível. As cores não são muito usadas por ele nessa fase. Mas, quando usadas, dão maior evidência a detalhes específicos, como os olhos e cabelos.

Alguns dos personagens criados por Bernardo foram divulgados em seu instagram

Ele relembra as idas com o pai à locadora, para o aluguel de filmes. Os originais eram e ainda são os seus favoritos, pois saem da mesmice. Na visão de Bernardo, o cinéfilo não só ama filmes, mas também não os julga pelo gênero, elenco ou direção antes de assistir. Assim como os desenhos, os filmes também servem como um modo de se expressar. A direção adapta a obra pela sua visão, e é “por esse motivo que tantas adaptações são criticadas, pois os fãs não concordam com a interpretação do diretor.” O afeto e o gosto por filmes vieram do hábito de assisti-los frequentemente na infância, costume este, que também foi estímulo e influência de seus pais.

Texto e fotos: Bruna Ramos (4º semestre – Jornalismo/UNI7)

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