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MATÉRIA PRIMA 2018.2: História de quem achou em Fortaleza um lugar para amar

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Matéria Prima

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Cearenses por adoção e de coração, estrangeiros ou brasileiros de outros estados se encantam com a cidade pelas praias, luz natural e pela simpatia das pessoas

Dizem que cearense não é somente quem nasce aqui. Há os de coração também. São pessoas que têm Fortaleza, e o Ceará, como sua própria terra, que revelam o que mais lhes encanta e porque vieram morar aqui. Eles são ‘cearenses de coração’ e também por adoção.

E foi pensando nos estrangeiros e brasileiros de outros estados, atraídos pelas belezas naturais, como as praias, o sol e a gente do Ceará – se apaixonaram, fixaram residência e vivem o cotidiano da cidade de Fortaleza -, que a revista Matéria Prima, semestre 2018.2, quis saber o porquê dessas pessoas, algumas vieram de muito longe, gostarem do Brasil e escolherem viver aqui por diferentes motivos.

São personagens da Matéria Prima, 21 cidadãos e cidadãs do mundo, sendo 14 de outros estados brasileiros e sete estrangeiros, que resolveram abraçar Fortaleza, o Ceará e seu povo. Nesta edição, a de número 19, a revista laboratório dos estudantes de Jornalismo do Centro Universitário 7 de Setembro (UNI7), da disciplina Jornalismo Impresso I, coordenada pelo professor Miguel Macedo, conta, em 88 páginas, belíssimas histórias de amor, de carinho e convivência, e também de superação em relação à cultura e hábitos, num lugar diferente.

De acordo com reportagem do Uol Notícias [O Brasil tem pouco imigrante], de agosto de 2018, a Polícia Federal estima em cerca de 750 mil a população estrangeira no Brasil — o que, em um universo de 207 milhões de habitantes, dá um percentual de 0,4.

E, em 2016, conforme matéria do jornal O Estado [Imigrantes buscam alternativas de vida no Ceará], a Divisão de Cadastro e Registro de Estrangeiros (Dicre), da Polícia Federal, contabilizou 28.323 estrangeiros residentes no Ceará – incluindo os imigrantes temporários, que solicitam o visto/autorização para trabalhar ou estudar; os permanentes, que constituem família com brasileiros; e os refugiados, que são minoria absoluta.

A revista é um convite para que você, leitor, conheça como as pessoas fixam residência e aproveitam os espaços da cidade. São pessoas que têm Fortaleza, e o Ceará, como sua própria terra, revelam o que mais lhes encanta e porque vieram morar aqui. Eles são ‘cearenses de coração e por adoção’.

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